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Jornal SBT Noite

Empresas investem em técnicas para garantir produtividade

sexta-feira, 5 de julho de 2013

MUSICOTERAPIA NAS EMPRESAS?

Nos dias de hoje, as organizações vivem desafios competitivos constantemente, onde o foco é o resultado. Nesta visão torna-se fundamental que as organizações assumam não só o papel de produtoras de bens, mas também que sejam responsáveis pela saúde integral de seus Recursos Humanos, ou seja, qualidade de vida de seus trabalhadores para garantir assim sucesso em suas ações.

Com este cenário, uma prática pioneira e inovadora surge para apoiar as organizações; a Musicoterapia Organizacional que se define como: “é a potencial aplicação da música para apoiar e desenvolver equipes de trabalho, e melhorar as relações em ambientes de trabalho e grupos profissionais.” (BRUSCIA, 2000).

O objetivo principal da Musicoterapia dentro das empresas é o de desenvolvimento das relações intra e interpessoais dos colaboradores; para melhorar, manter ou recuperar o bem-estar no ambiente de trabalho, garantindo integração e desempenho do trabalho em equipe, bem como a valorização da organização.

A musicoterapia organizacional pode ainda contribuir para: o aumento da produtividade, reduzir o absenteísmo, melhorar a capacidade de comunicação, reduzir o estresse, favorecer a liderança participativa e desenvolver novas habilidades e estratégias no trabalho e ainda melhor a qualidade de vida dos colaboradores.

Esta técnica é realizada por profissional habilitado/formado em musicoterapia o qual aplica as técnicas e metodologia definido por Bruscia,2000, Improvisação, Recriação Musical, Composição e experiências Receptivas, dentre outras técnicas grupais direcionadas ao trabalho.

Para as empresas que investem em seus colaboradores apresentando uma postura preventiva, pois valorizam a saúde e investem no seu capital humano; a musicoterapia é uma técnica que visa agregar no contexto organizacional.

Fonte:

BRUSCIA, Keeneth E. Definindo Musicoterapia. 2.ed., Rio de Janeiro: Enelivros, 2000

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A VISÃO DO HOME OFFICE




 Na década de 90 o chamado Home Office, surgiu nos Estados Unidos, no Brasil a prática ainda se apresenta em processo de desenvolvimento dentro das organizações.
                          
Jack Nilles (1997) definiu o Home Office como: “qualquer forma de substituir as viagens relacionadas com o trabalho mediante a utilização de tecnologias da informação como, telecomunicações e computadores; mover o trabalho dos trabalhadores ao invés de mover os trabalhadores ao trabalho”.

Para OIT - Organização Internacional do Trabalho, o home Office é “a forma de trabalho efetuada em lugar distante do escritório central e/ou do centro de produção, que permita a separação física e que implique o uso de uma nova tecnologia facilitadora da comunicação”.

Vantagens

Para o colaborador: diminuição do tempo de deslocamento, diminuição do estresse devido os congestionamentos; redução de custos com vestuário, transporte e até refeições; diminuição de horas desperdiçadas com os intervalos no trabalho; mais tempo com a família e mais tempo para o lazer melhorando assim sua qualidade de vida.

Para a empresa: aumento da produtividade, pois o trabalhador reduz as horas desperdiçadas com intervalos e reuniões desnecessárias; redução de custos com diminuição de instalação, equipamento, mobiliário, materiais, espaço para o escritório, garagem; flexibilidade de contratos em regime especial (horário flexível, meio de período, prestação de serviço); recrutamento mais eficiente e objetivo.

Desvantagens

Para o colaborador: isolamento social e profissional; redução das oportunidades profissionais dificultando a ascensão no plano de carreira; problemas com a adaptação familiar a nova rotina de trabalho; falta de legislação específica; vício ao trabalho devido por prolongar sua jornada de trabalho diária.

Para a empresa: maior dificuldade em controlar e supervisionar o trabalho; resistência a mudanças, pois o gestor tradicional pode sentir sua gerência enfraquecida; diminuição do foco na empresa; risco de segurança e confidencialidade da informação; dificuldade na implantação de uma nova missão na empresa.

Conclusão


A implantação do Home Office dentro das organizações requer um olhar cauteloso, pois existem pontos que devem ser revistos como: a falta de legislação que pode acarretar para empresa processos judiciais. Mas os inúmeros benefícios como: independência de tempo e espaço para realização de inúmeras atividades, diminuição do trânsito e poluição, melhora da qualidade do colaborador, o torna atrativo para ambas as partes envolvidas (colaborador e empregador).


segunda-feira, 20 de maio de 2013

DORMIR BEM MELHORA A QUALIDADE DE VIDA E AUMENTA A SENSAÇÃO DE BEM ESTAR


Acordar cedo, manter jornadas de trabalho que se estendem noite adentro e viver uma rotina acelerada. A combinação destes fatores é normalmente a responsável por noites curtas, com poucas horas bem dormidas e acúmulo de cansaço. 
Especialistas alertam para a importância de dormir bem para a manutenção da qualidade de vida e do bem-estar.
Segundo a neurologista e especialista em sono do Hospital das Nações, Olga Fustes, hábitos como ingestão de bebida alcoólica, café e refrigerantes, assistir programas ou filmes de ação e praticar exercícios físicos próximo ao horário de deitar podem comprometer a qualidade do sono. “Geralmente, quem não dorme bem apresenta irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração e bastante sonolência durante o dia. Isso pode afetar tanto os relacionamentos pessoais quanto os profissionais”, comenta a neurologista.
Segundo ela, as temperaturas elevadas são outro fator que influencia o sono. Por isso, a despedida do verão facilita o ato de dormir. “As variações do clima realmente afetam mais o organismo, especialmente no calor, pois quanto mais alta a temperatura do corpo, maior a dificuldade para dormir”. Entretanto, quando o sono não vem mesmo no inverno, é importante ficar atento a outros problemas que podem ser responsáveis. “Insônia, ronco e apneia – quando a respiração para por até um minuto – também fazem com que o portador sofra para ter uma boa noite de sono. No caso da insônia, em geral os motivadores são estresse e ansiedade. Mas, assim como o ronco e a apneia, ela pode ser combatida com tratamentos diversos”, explica a médica.
Confira dicas da doutora Olga Fustes para ter uma boa noite de sono:
- Mantenha o quarto sempre silencioso, escuro e com uma temperatura agradável;
- Utilize pijamas confortáveis, condizentes com a estação do ano;
- Evite agitações antes de dormir;
- Aproveite o momento para esquecer problemas ou situações que não serão resolvidas durante a noite;
- Cada organismo necessita de uma determinada quantidade de horas de sono. É importante que você conheça o seu corpo e procure dormir sempre o tempo necessário para descansá-lo. Em geral, esta quantidade varia entre 6 e 7 horas diárias, mas o ideal é sempre manter a qualidade do sono profundo, aquele em que a mente realmente relaxa.

Fonte: http://www.paranashop.com.br

terça-feira, 23 de abril de 2013

SUSTENTABILIDADE SOCIAL COMEÇA EM CASA


O conceito de sustentabilidade vem ao longo do tempo sendo ampliado, conforme a própria evolução da humanidade. Até chegarmos ao conceito mais utilizado atualmente que trata da solidariedade intergerações, de tal modo que o bem estar das gerações atuais não pode comprometer as oportunidades e necessidades das gerações futuras, passamos por várias etapas. Inicialmente o conceito de sustentabilidade relacionava-se quase que exclusivamente às questões ambientais, não sendo levadas em consideração as dimensões econômicas e sociais. Desta forma que esta chamada era quase como um grito de guerra das organizações não governamentais voltadas para as questões ambientais. Estava distante da lógica dos negócios.

Sérgio Buarque em 1994, também conceituou o desenvolvimento sustentável como o "Compromisso com o futuro e a solidariedade entre gerações". Resumidamente o autor nos chama para o cuidado, com o outro, com a terra, com a vida. Isto nos faz pensar que a sustentabilidade social começa em casa. Provocador o tema, mas extremamente educativo. Hoje, vivenciamos um cenário onde as empresas privadas estão incorporando às suas estratégias de gestão critérios ambientais para todas as etapas do processo produtivo e ainda levando em consideração as dimensões sociais como critérios para a s eleção e monitoramento de seus bens e serviços e o compromisso formal com a valorização da diversidade.

A dimensão econômica também está sendo impactada por este conceito onde existem metodologias que avaliam o impacto da incorporação de aspectos socioambientais nos resultados financeiros da empresa e também sistemas de gestão de riscos, quantificando muitas vezes o percentual do mesmo na reputação da empresa, na liquidez, no crédito etc.

A evolução tem sido constante e o Brasil, até o final de 2009 possuía 97 empresas certificadas pela SA8000, referente a boas condições de trabalho. É o quarto país no mundo em empresas com a certificação, atrás de Itália, Índia e China. Em relação a créditos de carbono, 226 projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL)
 estão em andamento no país, que é o terceiro no mundo em número de projetos, atrás da China e Índia.

Os números também tem sido tentadores em relação às empresas signatárias do Pacto Global (417 no total) o que coloca o nosso país na quarta posição, seguido da França, Espanha e México. Levando em consideração que preservar a vida é um ato de caráter maternal, não temos como não considerar que esta ação deve-se iniciar nos lares, nas fa mílias, de onde sairão os futuros gestores das organizações privadas, não governamentais, governamentais, cidadãos adultos responsáveis pelas futuras gerações.

* Izabel Portela é jornalista, professora e atual diretora-presidente do Instituto IRIS