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Jornal SBT Noite

Empresas investem em técnicas para garantir produtividade

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CORRIDA PARA INICIANTES


Muitas pessoas têm vontade de correr, mas acham que não conseguiriam correr por muito tempo e que não são capazes de realizar tal atividade. Se você é uma destas pessoas, dê a “volta por cima” e insista na procura e prática de uma atividade que lhe dê prazer.




Correr pode lhe trazer muitos benefícios, entre eles:

•    Ajuda no processo de emagrecimento ou manutenção do peso.
•    Melhora o condicionamento cardiorespiratório.
•    Libera o estresse acumulado.
•    Prevenção de muitas doenças.
•    Prevenção da insônia.
•    Fortalece os ossos, músculos, tendões e ligamentos.
•    Aumento dos níveis de serotonina que é um neurotransmissor, que em baixos níveis, é associado a depressão, alteração de sono e vontade de comer doces.
•    Melhora o seu estado de ânimo.
•    Maior controle dos níveis de colesterol.
•    Redução dos riscos do infarto.
•    Previne a osteoporose

Mas, como começar?
Esta é uma pergunta que muita gente faz. Assim, apontamos abaixo, algumas dicas e sugestões para os principiantes:

•    Antes de tudo, faça uma avaliação física incluindo um teste ergoespirométrico. Esta avaliação pode ser feita numa clínica ou laboratório, numa academia, clube ou através do seu médico.
•    Procure um profissional que possa montar um programa de corrida para você e que faça o acompanhamento do seu caso.
•    Inclua um nutricionista no seu estilo de vida para melhorar sua performance na corrida.
•    Use um tênis apropriado para corrida com sistema de amortecedor. Procure saber o tipo de pisada que você tem. Desta forma, você pode compensar o problema e até comprar um tênis que seja mais adequado a você.
•    Faça muito alongamento antes e depois da corrida.
•    Boa postura é muito importante... Corra com o corpo ereto.
•    O descanso é tão importante quanto o treino. Preocupe-se em dormir bem, cerca de 8 horas.
•    Tenha paciência e perseverança, pois o começo não é tão fácil.
•    Respeite o seu limite. Não exagere e não corra se tiver dores.
•    Faça um acompanhamento médico, tanto com um ortopedista (se houverem dores), quanto de um cardiologista para exames anuais.
•    As atividades físicas trazem muitos benefícios, mas o excesso ou a forma inadequada de treino pode trazer sérias lesões.
•    Faça um diário de treinamento anotando o tempo de corrida, as sensações sentidas, a freqüência cardíaca etc. Anote tudo.

Comece alternando caminhada com corrida, por exemplo:

1ª semana: caminhe 4 minutos e corra 1 minuto alternadamente até completar 30 minutos.
2ª semana: caminhe 4 minutos e corra 2 minutos alternadamente completando 30 minutos.
3ª semana: caminhe 3 minutos e corra 2 minutos alternadamente até completar 30 minutos.
4ª semana: caminhe 3 minutos e corra 3 minutos alternadamente até completar 30 minutos.
5ª semana: caminhe 2 minutos e corra 3 minutos alternadamente até completar 30 minutos.
6ª semana: caminhe 1 minuto e corra 4 minutos alternadamente até completar 30 minutos.
7ª semana: caminhe 1 minuto e corra 5 minutos, alternadamente até completar 30 minutos.
8ª semana: caminhe 3 minutos e corra 7 minutos, alternadamente até completar 30 minutos.
9ª semana: caminhe 5 minutos corra 10 minutos e caminhe 5 minutos.
10ª semana: caminhe 5 minutos, corra 15 minutos e caminhe 5 minutos.
11ª semana: caminhe 5 minutos, corra 20 minutos e caminhe 5 minutos.
12ª semana: caminhe 5 minutos, corra 25 minutos e caminhe 5 minutos.
13ª semana: caminhe 5 minutos, corra 30 minutos e caminhe 5 minutos.

Faça este treino três vezes por semana.

Depois que você estiver correndo por 30 minutos, poderá fazer outra atividade aeróbia como a natação ou a bicicleta mais duas vezes por semana em dias alternados a este treino.

Faça musculação de duas a três vezes por semana em dias alternados a este treino para fortalecer os ossos, músculos, tendões e ligamentos.

Você poderá alternar a corrida na rua com a corrida na esteira. Se correr na rua, cuidado com os pisos irregulares, calçadas etc.

No começo é mais fácil respirar pela boca.

Para evitar o flato, tente não comer durante as duas horas anteriores ao treino, evite alimentos e bebidas como água com gás, doces etc. Não comece a correr rápido demais, inicie a corrida devagar ou trotando.

Tire sempre as suas dúvidas com bons profissionais

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

VOLUNTARIADO E QUALIDADE DE VIDA

Segundo definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou a outros campos." Complementando este conceito, imagino que o voluntário tem mais do que um espírito cívico, ele é uma pessoa que entendeu a verdadeira dimensão do humano. Ser voluntário é perceber que cada ação, interação e intenção - generosa e incondicional - que se constroem com outro ser humano, nos possibilitam um mergulho profundo no autoconhecimento. E portanto, nos amplia a consciência de cada uma das nossas possibilidades em contribuir com o desenvolvimento individual, social e humano rumo à construção da verdadeira  e tão esperada fraternidade.

Pesquisas na Universidade de Harvard Depois de dez anos de coletas e análises de dados, com 2.700 pessoas, chegou às seguintes conclusões: ajudar o próximo faz bem ao coração e ao sistema imunológico (análises clínicas evidenciaram que, no sangue do trabalhador voluntário, há um aumento de imunoglobulina-A, um anticorpo que ajuda a defender o organismo contra infecções respiratórias); e ainda ajuda o próximo aumenta a expectativa de vida e a vitalidade de maneira geral. Vale lembrar que Peter Drucker, certamente um dos maiores consultores do século, há décadas já dizia que o funcionário que presta serviços voluntários, por ser solidário à dor do próximo, é mais produtivo.

O homem inteligente - nas diversas dimensões que podemos definir inteligência – é sensível ao outro, e percebe que essa construção voluntária de vínculos, que não são somente os de sangue, em muito nos propicia inspiração para criar e crescer individual e coletivamente. Na semana do voluntariado, parabéns aos que dedicam tempo e energia ao outro, estamos ligados sincera pela linda e sutil linha da esperança!



Janine Durand
Consultora da Spaço Quality

terça-feira, 26 de junho de 2012

SOMOS DIFERENTES... E DAÍ?

É incrível como as pessoas interpretam fatos e experiências de uma forma tão singular, única e individual, que por vezes, um mesmo acontecimento, gera interpretações tão diferentes, parecendo não ser a mesma experiência vivenciada entre dois ou mais indivíduos.
Mas por que acontece isso? Não estavam estas pessoas presentes no mesmo momento vendo e ouvindo a mesma experiência? Por que foram possíveis várias interpretações de um mesmo fato? Afinal era a mesma experiência...
Tudo isso começa com o modo que a experiência chega ao nosso cérebro, isto é, como vemos, ouvimos e sentimos um fato externo por meio dos nossos sentidos (visão, audição, fato, olfato e paladar). Cada um de nós utiliza-se destes canais de forma bastante diferente. Alguns dão mais atenção àquilo que estão vendo, outros ao que estão ouvindo e, tem aqueles que experimentam um fato de forma mais cinestésica, ou seja, aquilo que estão sentindo.
 Além disso, existe a nossa capacidade de perceber uma quantidade maior ou menor de estímulos, a nossa acuidade. Percebemos mais detalhes visuais ou, de repente, mais auditivos e os nossos sentidos acabam sendo um primeiro filtro para que a experiência interna tenha uma individualidade na interpretação.
Mas como se não bastasse, são tantos estímulos visuais, auditivos e cinestésicos acontecendo numa mesma experiência, que nos utilizamos de um processo automático e natural de nosso cérebro para focar a nossa atenção em alguns detalhes (estímulos) que elegemos como mais importantes a fim de não sobrecarregarmos o nosso cérebro, mas que nos possibilite uma interpretação “adequada” da experiência.
Fazendo isso, ocultamos naturalmente um grande número de informações da experiência. Para exemplificar, tenho que fazer uma pergunta indelicada – Você está sentindo o seu “bumbum” acomodado na cadeira? Provavelmente agora sim. Mas tenho certeza que este estímulo (a sensação tátil de seu “bumbum” na cadeira) não estava conscientemente na sua atenção, enquanto lia este texto. Ah! Ao menos que estivesse com algum incomodo nas regiões das nádegas... Assim que eu chamei a atenção para o seu “bumbum”, este estímulo começou a fazer parte de sua atenção consciente.
Ok, até aí tudo bem. Mas o problema é que os estímulos que estamos focando a nossa atenção consciente têm a ver com o nosso histórico de vida, crenças, com os nossos interesses pessoais, valores, e cada um de nós, tem os seus. Olha só a confusão...
De um único fato externo, cada um vê, ouve e sente diferentemente. Depois utilizamos filtros exclusivamente individuais, como por exemplo, aquilo que acreditamos ou não, para interpretarmos um acontecimento, tornando a  mesma experiência um fato, muitas vezes, diferente para duas ou mais pessoas. E o problema não para por aí...
Quando tentamos falar aquilo experimentamos, omitimos, generalizamos e distorcemos a informação, por meio de nossa comunicação.


Omitimos, sem querer, alguns elementos a fim de fornecermos somente as informações que acreditamos ser mais importantes para a interpretação de nosso interlocutor. Só que tais detalhes omitidos eram essenciais ao nosso interlocutor para uma interpretação adequada, e ele, acaba completando o que se falta com elementos pessoais que não faziam parte da nossa estória.
Nosso cérebro também generaliza uma informação. Basta uma ou poucas experiências para generalizarmos uma ação como SEMPRE, NUNCA, TODO MUNDO, etc. Sempre? Nunca? Todo mundo? Não. É um habito errado nosso em generalizar algo que se faz algumas poucas vezes ou para fortalecer a nossa opinião incluindo mais pessoas ou todas elas, como TODO MUNDO. Quem nunca falou – Todo mundo acha isso... Todo mundo? Não tem uma única pessoa que pensa diferente?
Se a informação está omitida e generalizada, possivelmente está também distorcida...
Estes são alguns processos que utilizamos em nosso dia a dia que nos torna seres tão particulares e que, muitas vezes, fazem também alguns estragos em nossos relacionamentos, pois queremos impor nossas interpretações e representações aos outros.
E o que fazer então?
Primeiro saber que nem sempre aquilo que a gente interpreta é a verdade máxima. Pode até ser a nossa verdade, mas não necessariamente a verdade em si. Em segundo, já que precisamos melhorar a nossa comunicação, que tal, perguntar mais antes de tirar nossas próprias conclusões a fim de entender exatamente uma mensagem. E também, como comunicadores, detalhar o melhor possível aquilo que queremos passar, para que tenhamos a certeza que a mensagem a ser recebida pelo nosso interlocutor chegará adequadamente. São estas pequenas atitudes que podem fazer grandes diferenças em nossos relacionamentos e permitir que possamos respeitar o modelo de mundo de cada um, mesmo sendo diferentes.

Leandro Buso
Diretor Spaço Quality e Trainer em PNL (Programação Neurolinguística)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Um dever básico do cidadão é não jogar lixo nas ruas. No entanto, pessoas de variadas classes sociais jogam lixo em parques, praias, córregos, rios, lagos e outros locais públicos, afetando desta forma a qualidade da água e principalmente o meio ambiente. Para resolvermos este problema dependemos da vontade coletiva da população, empresas privadas e públicas, além de ações governamentais. 
Se cada pessoa tivesse mais consciência por cuidar do seu próprio lixo e desenvolvesse outras atitudes bastante simples, teríamos uma condição de vida melhor para cada um de nós e também para toda a sociedade. Aproveite esta reflexão e adote o compromisso para criarmos juntos, um mundo mais sustentável, com ações que estão no controle de cada um, como por exemplo:
•    Separe o lixo reciclável (papel, metal e plástico) do orgânico (resto de alimentos, guardanapo e papel higiênico). Você pode destinar o lixo reciclável a pontos de coleta espalhados em grandes empresas do Brasil ou em cooperativas de reciclagem. Antigamente o lixo era composto principalmente por materiais orgânicos, como restos de alimentos, que são degradáveis pela ação da natureza. O lixo do homem moderno é composto por montanhas de embalagens e outros detritos que demoram muito para degradar. Alguns exemplos:
Material    Tempo de Degradação
Latas de Aço    10 anos
Alumínio    200 a 500 anos
Chicletes    5 anos
Embalagens Longa Vida    Até 100 anos (alumínio)
Embalagens PET    Mais de 100 anos
Filtros de cigarros    5 anos
Isopor    Indeterminado
Metais (componentes de equipamentos)    Cerca de 450 anos
Papel e papelão    Cerca de 6 meses
Plásticos (embalagens, equipamentos)    Até 450 anos
Pneus    Indeterminado
Sacos e sacolas plásticas    Mais de 100 anos
Vidros    indeterminado

•    Desenvolva atitudes voltadas para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício;
•    Gaste menos papel com impressões desnecessárias e reaproveite, sempre que puder as folhas já utilizadas, como rascunhos;
•    Utilize mais a bicicleta e caronas com o objetivo de contribuir para a diminuição do lançamento de gás carbônico na atmosfera.
Todas estas ações e outras mais proporcionam benefícios sociais, econômicos e ambientais. Entre para o movimento da sustentabilidade ambiental fazendo também a sua parte. Cada um de nós é também responsável pelas conseqüências ambientais.